Abertura da Campanha
Fevereiro começa e, com ele, um convite para olhar com mais cuidado para histórias que atravessam corpo, memória e cotidiano. O Fevereiro Roxo nos lembra da importância de falar sobre lúpus, fibromialgia e Alzheimer, condições que impactam profundamente a vida de muitas pessoas — especialmente de mulheres negras 40+, que enfrentam mais barreiras para ter sua dor reconhecida, seus sintomas levados a sério e seus direitos garantidos.
Nesta campanha, preparei uma série de conteúdos para ampliar informação, fortalecer vínculos e criar espaços de acolhimento. Ao longo do mês, nas redes Instagram (@carla3cofc) e Facebook (/carla3cofc), você vai encontrar:
- 🎥 Reels informativos e acolhedores, trazendo reflexões sobre dor crônica, autocuidado possível e validação emocional.
- 🟣 Conteúdos sobre o significado do Fevereiro Roxo, suas causas e por que essa campanha importa.
- 💬 Posts com recorte de gênero e raça, destacando como mulheres negras 40+ são impactadas por desigualdades em saúde.
- 🧠 Materiais sobre lúpus, fibromialgia e Alzheimer, sempre com foco em informação acessível e não médica.
- 🤝 Mensagens de apoio e acolhimento, para lembrar que ninguém precisa atravessar essas vivências sozinha.
- 📚 Reflexões sobre dor crônica, suas dimensões emocionais e sociais, e a importância de validar essas experiências.
E, ampliando ainda mais o cuidado:
🏥 Onde buscar ajuda
Indicações de centros de referência, grupos de apoio e ONGs que atuam no acolhimento, na orientação e na defesa de direitos de pessoas que convivem com lúpus, fibromialgia, Alzheimer e dor crônica.
⚖️ Direitos garantidos por lei
Informações sobre direitos assegurados por políticas públicas, benefícios sociais, proteção no trabalho e garantias legais que podem apoiar quem vive essas condições — especialmente mulheres negras, que tantas vezes têm seus direitos negados ou dificultados.
Este mês é sobre informar, sensibilizar e acolher. É sobre olhar para a dor com humanidade. É sobre fortalecer quem vive essas realidades todos os dias.
💜 Se não houver cura, que haja conforto.
Carla Carvalho